A escolha profissional costuma ser carregada de tensão e dúvidas. E para apoiar os jovens nesta difícil decisão, a equipe do Colégio Estadual Marechal Rondon elaborou um projeto com seus alunos sobre o tema e o resultado pode ser observado abaixo.
Profissão escritor
Profissão fotógrafo
Engenheiro civil
Astrônomo
Medicina
Escritor
Turismo
Área da Saúde
terça-feira, 24 de novembro de 2015
Escola Estadual Marechal Rondon
Professora Erica A.
Disciplina: Química Turmas do Ensino Médio.
Conhecendo as cadeias carbônicas
1. Objetivos
·Construir
cadeias carbônicas com palito e bolinhas de isopor.
Reconhecer as
características das cadeias carbônicas.
Classificar
as cadeias carbônicas em cadeias lineares, ramificadas e ciclos com seus
diversos ângulos.
Identificar as fórmulas
estruturais das principais funções orgânicas.
2. Justificativa / Motivação
Durante a apresentação dos
conteúdos referentes a química orgânica os alunos do terceiro ano apresentaram
grandes dificuldades na identificação de uma cadeia carbônica, dos grupos
funcionais, da geometria espacial e da classificação das cadeias. O roteiro
proposto é um procedimento simples que pode ser realizado em escolas que não
possuem laboratório, pois não é necessário a utilização de uma pia, reagentes
ou de qualquer outro instrumento que necessite de equipamentos de segurança.
Serão utilizadas as bolinhas de isopor
em substituição das jujubas do roteiro original justamente por não ter
pia ou bancada necessários para uma melhor organização do trabalho. O roteiro
proporciona uma boa ilustração de uma molécula invisível a olho nu,
proporcionando um melhor entendimento da matéria.
3. Metodologia
Os
conhecimentos prévios relacionados a matéria química orgânida deverão ser ministrados
em aulas durante o terceiro bimestre, isto é, anteriormente a culminância do
procedimento.
O
professor deverá realizar os seguintes passos:
·Dividir os alunos em grupos (10
min);
·Orientar os alunos sobre o
roteiro (10 min);
·Distribuir os materiais para a
realização da tarefa (5 min);
·Aguardar a realização da tarefa
(15 min);
·Avaliar os resultados obtidos
junto com a turma (10 min).
Os
alunos deverão utilizar como apoio bibliográfico os próprios materiais como
livros e cadernos. O mesmo procedimento pode ser utilizado sem restrição em
outras turmas e escolas.
4.
Recursos didáticos
Bolinhas de isopor, palitos de dente, papel,
caneta, quadro branco, livro, caderno e tesoura.
5.
Tempo
Duração prevista 50 min.
6.
Atividade de avaliação
Os alunos deverão seguir o roteiro distribuído na sala de aula e
responder as questões propostas para verificarmos se realmente houve a
compreensão dos conceitos referentes a classificação das cadeias carbônicas.
7. Anexo
sexta-feira, 13 de novembro de 2015
Escola Estadual Marechal Rondon
Professora Erica A.
Disciplina: Química Turmas do Ensino Médio.
Aula prática - Leite Psicodélico
O experimento é muito interessante para se realizar em sala de aula e para explicar os conteúdos de polaridade, solubilidade e como os detergentes agem para remover a gordura. Além de serem necessários apenas materiais simples, que podem ser encontrados em praticamente todas as cozinhas, o efeito visualizado nesse experimento é muito bonito e chama a atenção dos alunos, tornando a aula de química muito interessante.
Materiais:
Um prato;
Leite;
Corantes alimentícios;
Detergente líquido para lavar louças.
Procedimento experimental:
1. Coloque o leite no prato;
2. Adicione gotas dos corantes alimentícios de diferentes cores no leite;
3. Pingue 1 gota de detergente líquido no meio do leite e observe o efeito resultante.
Continue pingando o detergente em diferentes partes do leite. Essa parte também pode ser feita molhando um palito de dente no detergente e tocando em diferentes pontos da superfície do leite.
O
primeiro aspecto que surge para a discussão da base nacional comum, refere-se
aos objetivos gerais, logo no início, da área de linguagens. Os objetivos estão
sedimentados no alicerce das seis funções básicas da teoria da comunicação de
Roman Jakobson. Porém, só são
priorizados os elementos da recepção e produção da linguagem. E sabemos que os
elementos da comunicação vão além disso.
Mas seria de extrema importância, incluir um objetivo que passa sem ser
mencionado nos objetivos da linguagem. Seria o elemento da comunicação chamado
CÓDIGO, que nada a mais é do que a Língua Portuguesa em seu estudo.Para não
dizer que o código não foi mencionado, ele surge no último objetivo ( através
da palavra língua), apenas de forma para ser “ apreciada” como um patrimônio
cultural. O que precisamos é resgatar o estudo prático e objetivo da Língua
Portuguesa, que foi perdido com a prioridade que foi dada aos elementos de
recepção e produção.
No segundo parágrafo desse mesmo texto, cita-se uma passagem das
Diretrizes Curriculares Gerais Nacionais da Educação Básica da Língua
Portuguesa, em que “ o conhecimento próprio da referida disciplina está para além dela”. Isso surge
incoerente na Base Nacional, levando-se em conta o que ela propõe, porque para
ir além, imagina-se que antesé
necessário conhecer e percorrer dentro, primeiramente, para conhecer.Só então
levantar-se-ia voos para além dela. O que a Base Nacional propõe é um movimento
inverso, ao propor a recepção e a produção de textos, primeiramente. O acesso
ao CÓDIGO,inicialmente, é que vai garantir um voo mais seguro e equilibrado
Todos mobilizados para a discussão do BCN - Base Nacional Comum
Data: 29/10/2015
terça-feira, 27 de outubro de 2015
Base
Nacional Comum Curricular o que é?
De acordo com as propostas contidas na Base Nacional Comum Curricular - QUÍMICA/Ensino Médio dispostas no site: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/, seguem alguns comentários:
1º
Ano/EM
UC1Q
– Materiais, propriedades e usos: estudando materiais no dia-a-dia.
De acordo com essa unidade de conhecimento e comparando-a
com o currículo mínimo do Estado do Rio de Janeiro, seria necessária uma
abordagem, mesmo que simplificada do conteúdo de polímeros que atualmente é
ministrado no 4º Bimestre do terceiro ano.
Considerações: no eixo temático processos e práticas de
investigação seria necessário, em alguns casos, uma estrutura mínima na unidade
escolar para a realização das atividades. Como por exemplo as sugeridas pelo: CNQUIMOA006
Elaborar procedimentos experimentais para separar, identificar ou quantificar
substâncias presentes em materiais.
UC2Q
– Transformações dos materiais na natureza e no sistema produtivo: como
reconhecer reações químicas, representa-las e interpretá-las.
Atualmente os conhecimentos CNQU1MOA011 e CNQU1MOA012 dessa
unidade de conhecimento em comparação com o currículo mínimo se encontram no
segundo ano do ensino médio.
UC3Q – Modelos atômicos e
moleculares e suas relações com evidências empíricas e propriedades dos
materiais.
Essa unidade de conhecimento
corresponde com o currículo mínimo atual.
2º
Ano/EM
UC2Q
– Transformações dos materiais na natureza e no sistema produtivo: como
reconhecer reações químicas, representa-las e interpretá-las.
CNQU2MOA002 - esses conhecimentos são ministrados atualmente
no terceiro ano.
UC3Q – Modelos atômicos e
moleculares e suas relações com evidências empíricas e propriedades dos
materiais.
Todos os conhecimentos abordados nesse tópico deveriam ser
abordados no primeiro ano, pois comprender todos os modelos atômicos é
primordial para o entendimento do que é um átomo, consequêntemente substância,
bem como as interações entre elas.
UC4Q - Energia nas transformações
químicas produzindo, armazenando e transformando energia pelo planeta.
Todos os conhecimentos abordados nesse tópico correspondem
com o currículo minimo do Estado do Rio de Janeiro.
3º Ano/EM
UC5Q – A química de sistemas
naturais: qualidade de vida ambiente.
O
conhecimento abordado no CNQU3MOA002 – Identificar os ciclos de carbono e
enxofre e sua importância para a química da atmosfera seria desnecessário, pois
geralmente é abordado na disciplina de Biologia. Contudo o mesmo pode ser
contextualizado no estudo do equilíbrio químico, como por exemplo, a acidez dos
mares provocadas pelo excesso de CO2 no ambiente.
UC6Q – Obtenção de materiais seus
benefícios e seus impactos ambientais.
Os
conhecimentos abordados nesse eixo como eletroquímica e química do petróleo, correspondem
em parte, com o currículo mínimo do terceiro ano.
Considerações gerais:
A proposta na divisão da Base
Nacional Curricular em conhecimento conceitual e contextualização histórica,
processos e práticas de investigação e linguagens é muito interessante.
De acordo com a proposta é de
extrema importância enfatizarmos a existência de uma linguagem universal da
química. Além disso a leitura e a interpretação de textos científicos ajudam na
reflexão e na contextualização dos conteúdos com o cotidiano do aluno.
Devemos salientar que para a
realização de algumas atividades propostas pelo conhecimento conceitual processos
e práticas de investigação, é necessária uma infraestrutura na unidade escolar (vidrarias,
balanças, reagentes entre outros) que possibilite a realização das atividades.
Na maioria das vezes não é possível “improvisar”, utilizando materiais caseiros
para a realização das atividades.
Não concordo com a “diluição”
da química orgânica entre as unidades, pois a mesma é essencial para o
entendimento da maioria das propostas do currículo. Como proposto pela Base
Curricular Nacional alguns materiais importantes para a matriz energética
brasileira como combustíveis fósseis, biocombustíveis, resíduos
agroindustriais, bem como os seus processos de transformação, enfatizando a
indústria petroquímica na produção de produtos petroquímicos básicos (eteno e
propeno), polímeros (PVC, PET...) e produtos finais (tubos, fios, tecidos...). Todos
esses processos necessitam de uma base conceitual que é comportado pela química
orgânica.
Professora Erica A. Disciplina: Química Turmas do Ensino Médio.
Funções Orgânicas
Introdução
Apesar da existência de milhões de compostos orgânicos diferentes, podemos agrupá-los quanto à semelhança de suas propriedades químicas. A esse conjunto, damos o nome de FUNÇÃO QUÍMICA. Essas substâncias podem ser reconhecidas pela presença de um átomo ou grupo de átomos específicos denominados GRUPOS FUNCIONAIS (parte da molécula onde ocorre a maioria das reações químicas. É a parte que determina, efetivamente, as propriedades químicas do composto, e também algumas propriedades físicas).
A seguir podemos apresentar as principais funções orgânicas, o grupo funcional que identifica cada uma, as regras de nomenclatura segundo a IUPAC e exemplos de compostos pertencentes a essas funções:
1 - Hidrocarbonetos:
- Grupo Funcional: Possui somente átomos de carbono e hidrogênio: C, H;
Nomenclatura: Prefixo + infixo + o;
Exemplos: Metano, butano, eteno (etileno) e etino (acetileno).
A principal fonte de hidrocarbonetos na natureza é o petróleo
2- Álcoois
- Grupo Funcional: Possui a hidroxila ligada a um carbono saturado: OH - Nomenclatura: Prefixo + infixo + ol; - Exemplos: Metanol, etanol e propanol.
3 - Fenóis
Grupo Funcional: Possui a hidroxila (OH) ligada a um carbono insaturado de um anel benzênico (núcleo aromático): - Nomenclatura: localização do grupo OH + hidróxi + nome do aromático; - Exemplos: benzenol e 1-hidroxi-2-metilbenzeno.
4 - Aldeídos
- Grupo Funcional: Possui a carbonila ligada a um hidrogênio. - Nomenclatura: Prefixo + infixo + al;- Exemplos: Metanal (em solução aquosa é o formol) e etanal (acetaldeído).
5 - Cetonas
- Grupo Funcional: Possui a carbonila entre dois carbonos.
- Grupo Funcional: Possui a carbonila ligada a um grupo hidroxila (grupo carboxila). - Nomenclatura: Ácido + prefixo + infixo + oico.- Exemplos: Ácido metanoico (ácido fórmico) e ácido etanoico (ácido acético que forma o vinagre).
7 - Ésteres
- Grupo Funcional: Deriva dos ácidos carboxílicos, em que há a substituição do hidrogênio da carboxila (- COOH) por algum grupo orgânico. - Nomenclatura: Prefixo + infixo + o + ato / de / nome do radical- Exemplos: Etanoato de pentila (aroma de banana), butanoato de etila (aroma de morango) e etanoato de isopentila (aroma de pera).
8 - Éteres
- Grupo Funcional: Possui o oxigênio entre dois carbonos: C ─ O ─ C;- Nomenclatura: grupo menor + oxi + hidrocarboneto de radical maior; - Exemplos: metoxietano e etoxietano.
9 - Aminas
- Grupo Funcional: Deriva da substituição de um ou mais hidrogênios do grupo amônia por cadeias carbônicas. - Nomenclatura: Prefixo + infixo + amina - Exemplos: Metilamina, etilamina e trimetilamina.
10 - Amidas
- Grupo Funcional: Deriva teoricamente da amônia pela substituição de um de seus hidrogênios por um grupo acila. - Nomenclatura: Prefixo + infixo + amida.
- Exemplos: metanamida e etanamida.
A baixo segue um vídeo com um resumo sobre as cadeias carbônicas:
Professora Erica A. Disciplina: Biologia Turmas do Ensino Médio.
Classificação dos seres vivos
Introdução
A taxonomia é o estudo da classificação dos seres vivos, ramo da Biologia, taxons. A TaxonomiaBiológica é um ramo da Biologia voltada para a ordenação e classificação dos seres vivos. Esta ciência estuda as relações de parentescos entre os organismos e suas histórias evolutivas. Já a filogenia, também chamada de filogênese, é o termo rotineiramente utilizado para definir hipóteses de relações evolutivas, ou seja, relações filogênicas, de um grupo de organismos. Em outras palavras, pode ser definida como o termo que visa determinar as relações ancestrais entre espécies conhecidas.
Objetivo
Classificar os seres vivos.
Relacionar a classificação dos seres vivos com a evolução das espécies.
Identificar as relações de parentesco entre as espécies.
Metodologia
Dividir os alunos em grupos, em seguida utilizar diversas formas geométricas como triângulos, quadrados, losangos e retângulos de cores e tamanhos diferentes. Solicitar aos alunos que os separem de acordo com suas características.
Avaliação
Refletir sobre o tipo de classificação realizada por cores, tamanhos ou formas e relacioná-las com a classificação dos seres vivos. Anexo