segunda-feira, 30 de novembro de 2015



FEIRA DAS PROFISSÕES


A escolha profissional costuma ser carregada de tensão e dúvidas. E para apoiar os jovens nesta difícil decisão, a equipe do Colégio Estadual Marechal Rondon elaborou um projeto com seus alunos sobre o tema e o resultado pode ser observado abaixo.



Profissão escritor

Profissão fotógrafo

Engenheiro civil

Astrônomo

Medicina

Escritor

Turismo

Área da Saúde




terça-feira, 24 de novembro de 2015

Escola Estadual Marechal Rondon
Professora Erica A.
Disciplina: Química
Turmas do Ensino Médio.

Conhecendo as cadeias carbônicas

 1. Objetivos

·         Construir cadeias carbônicas com palito e bolinhas de isopor.

  •  Reconhecer as características das cadeias carbônicas.
  • Classificar as cadeias carbônicas em cadeias lineares, ramificadas e ciclos com seus diversos ângulos.
  • Identificar as fórmulas estruturais das principais funções orgânicas.

 2.  Justificativa / Motivação

Durante a apresentação dos conteúdos referentes a química orgânica os alunos do terceiro ano apresentaram grandes dificuldades na identificação de uma cadeia carbônica, dos grupos funcionais, da geometria espacial e da classificação das cadeias. O roteiro proposto é um procedimento simples que pode ser realizado em escolas que não possuem laboratório, pois não é necessário a utilização de uma pia, reagentes ou de qualquer outro instrumento que necessite de equipamentos de segurança. Serão utilizadas as bolinhas de isopor  em substituição das jujubas do roteiro original justamente por não ter pia ou bancada necessários para uma melhor organização do trabalho. O roteiro proporciona uma boa ilustração de uma molécula invisível a olho nu, proporcionando um melhor entendimento da matéria.

3. Metodologia


Os conhecimentos prévios relacionados a matéria química orgânida deverão ser ministrados em aulas durante o terceiro bimestre, isto é, anteriormente a culminância do procedimento.
O professor deverá realizar os seguintes passos:

·         Dividir os alunos em grupos (10 min);
·         Orientar os alunos sobre o roteiro (10 min);
·         Distribuir os materiais para a realização da tarefa (5 min);
·         Aguardar a realização da tarefa (15 min);
·         Avaliar os resultados obtidos junto com a turma (10 min).

Os alunos deverão utilizar como apoio bibliográfico os próprios materiais como livros e cadernos. O mesmo procedimento pode ser utilizado sem restrição em outras turmas e escolas.

4. Recursos didáticos


Bolinhas de isopor, palitos de dente, papel, caneta, quadro branco, livro, caderno e tesoura.

5. Tempo

Duração prevista 50 min.

6. Atividade de avaliação


              Os alunos deverão seguir o roteiro distribuído na sala de aula e responder as questões propostas para verificarmos se realmente houve a compreensão dos conceitos referentes a classificação das cadeias carbônicas.


 7. Anexo













sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Escola Estadual Marechal Rondon
Professora Erica A.
Disciplina: Química
Turmas do Ensino Médio.



Aula prática - Leite Psicodélico

          O experimento é muito interessante para se realizar em sala de aula e para explicar os conteúdos de polaridade, solubilidade e como os detergentes agem para remover a gordura. Além de serem necessários apenas materiais simples, que podem ser encontrados em praticamente todas as cozinhas, o efeito visualizado nesse experimento é muito bonito e chama a atenção dos alunos, tornando a aula de química muito interessante.

Materiais:
  • Um prato;
  • Leite;
  • Corantes alimentícios;
  • Detergente líquido para lavar louças.


Materiais necessários para o experimento do leite psicodélico
Procedimento experimental:
1. Coloque o leite no prato;
2. Adicione gotas dos corantes alimentícios de diferentes cores no leite;
Etapa de experimento de leite com corantes
3. Pingue 1 gota de detergente líquido no meio do leite e observe o efeito resultante.
Experimento com leite, corantes e detergente
Continue pingando o detergente em diferentes partes do leite. Essa parte também pode ser feita molhando um palito de dente no detergente e tocando em diferentes pontos da superfície do leite.

Anexo








sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Base Nacional Comum Área de Linguagens -- Língua Portuguesa Marechal Rondon



                                O primeiro aspecto que surge para a discussão da base nacional comum, refere-se aos objetivos gerais, logo no início, da área de linguagens. Os objetivos estão sedimentados no alicerce das seis funções básicas da teoria da comunicação de Roman Jakobson. Porém,  só são priorizados os elementos da recepção e produção da linguagem. E sabemos que os elementos da comunicação vão além  disso.  Mas seria de extrema importância, incluir um objetivo que passa sem ser mencionado nos objetivos da linguagem. Seria o elemento da comunicação chamado CÓDIGO, que nada a mais é do que a Língua Portuguesa em seu estudo.Para não dizer que o código não foi mencionado, ele surge no último objetivo ( através da palavra língua), apenas de forma para ser “ apreciada” como um patrimônio cultural. O que precisamos é resgatar o estudo prático e objetivo da Língua Portuguesa, que foi perdido com a prioridade que foi dada aos elementos de recepção e produção.






          No segundo parágrafo desse mesmo texto, cita-se uma passagem das Diretrizes Curriculares Gerais Nacionais da Educação Básica da Língua Portuguesa, em que “ o conhecimento próprio da referida  disciplina está para além dela”. Isso surge incoerente na Base Nacional, levando-se em conta o que ela propõe, porque para ir além, imagina-se que antes  é necessário conhecer e percorrer dentro, primeiramente, para conhecer.Só então levantar-se-ia voos para além dela. O que a Base Nacional propõe é um movimento inverso, ao propor a recepção e a produção de textos, primeiramente. O acesso ao CÓDIGO,inicialmente, é que vai garantir um voo mais seguro e equilibrado












Todos mobilizados para a discussão do BCN - Base Nacional Comum

Data: 29/10/2015







terça-feira, 27 de outubro de 2015



Base Nacional Comum Curricular o que é?







De acordo com as propostas contidas  na Base Nacional Comum Curricular - QUÍMICA/Ensino Médio dispostas no site: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/, seguem alguns comentários:


1º Ano/EM

UC1Q – Materiais, propriedades e usos: estudando materiais no dia-a-dia.
            De acordo com essa unidade de conhecimento e comparando-a com o currículo mínimo do Estado do Rio de Janeiro, seria necessária uma abordagem, mesmo que simplificada do conteúdo de polímeros que atualmente é ministrado no 4º Bimestre do terceiro ano.
            Considerações: no eixo temático processos e práticas de investigação seria necessário, em alguns casos, uma estrutura mínima na unidade escolar para a realização das atividades. Como por exemplo as sugeridas pelo: CNQUIMOA006 Elaborar procedimentos experimentais para separar, identificar ou quantificar substâncias presentes em materiais.

UC2Q – Transformações dos materiais na natureza e no sistema produtivo: como reconhecer reações químicas, representa-las e interpretá-las.
               Atualmente os conhecimentos CNQU1MOA011 e CNQU1MOA012 dessa unidade de conhecimento em comparação com o currículo mínimo se encontram no segundo ano do ensino médio.

UC3Q – Modelos atômicos e moleculares e suas relações com evidências empíricas e propriedades dos materiais.
                 Essa unidade de conhecimento corresponde com o currículo mínimo atual.

2º Ano/EM

UC2Q – Transformações dos materiais na natureza e no sistema produtivo: como reconhecer reações químicas, representa-las e interpretá-las.

                CNQU2MOA002 -  esses conhecimentos são ministrados atualmente no terceiro ano.


UC3Q – Modelos atômicos e moleculares e suas relações com evidências empíricas e propriedades dos materiais.

                  Todos os conhecimentos abordados nesse tópico deveriam ser abordados no primeiro ano, pois comprender todos os modelos atômicos é primordial para o entendimento do que é um átomo, consequêntemente substância, bem como as interações entre elas.

UC4Q - Energia nas transformações químicas produzindo, armazenando e transformando energia pelo planeta.

                 Todos os conhecimentos abordados nesse tópico correspondem com o currículo minimo do Estado do Rio de Janeiro.

3º Ano/EM

UC5Q – A química de sistemas naturais: qualidade de vida ambiente.
            O conhecimento abordado no CNQU3MOA002 – Identificar os ciclos de carbono e enxofre e sua importância para a química da atmosfera seria desnecessário, pois geralmente é abordado na disciplina de Biologia. Contudo o mesmo pode ser contextualizado no estudo do equilíbrio químico, como por exemplo, a acidez dos mares provocadas pelo excesso de CO2 no ambiente.

UC6Q – Obtenção de materiais seus benefícios e seus impactos ambientais.
            Os conhecimentos abordados nesse eixo como eletroquímica e química do petróleo, correspondem em parte, com o currículo mínimo do terceiro ano.

Considerações gerais:


  • A proposta na divisão da Base Nacional Curricular em conhecimento conceitual e contextualização histórica, processos e práticas de investigação e linguagens é muito interessante.
  • De acordo com a proposta é de extrema importância enfatizarmos a existência de uma linguagem universal da química. Além disso a leitura e a interpretação de textos científicos ajudam na reflexão e na contextualização dos conteúdos com o cotidiano do aluno.
  • Devemos salientar que para a realização de algumas atividades propostas pelo conhecimento conceitual processos e práticas de investigação, é necessária uma infraestrutura na unidade escolar (vidrarias, balanças, reagentes entre outros) que possibilite a realização das atividades. Na maioria das vezes não é possível “improvisar”, utilizando materiais caseiros para a realização das atividades.
  • Não concordo com a “diluição” da química orgânica entre as unidades, pois a mesma é essencial para o entendimento da maioria das propostas do currículo. Como proposto pela Base Curricular Nacional alguns materiais importantes para a matriz energética brasileira como combustíveis fósseis, biocombustíveis, resíduos agroindustriais, bem como os seus processos de transformação, enfatizando a indústria petroquímica na produção de produtos petroquímicos básicos (eteno e propeno), polímeros (PVC, PET...) e produtos finais (tubos, fios, tecidos...). Todos esses processos necessitam de uma base conceitual que é comportado pela química orgânica.

Professora: Erica Airosa

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Escola Estadual Marechal Rondon
Professora Erica A.
Disciplina: Química
Turmas do Ensino Médio.

Funções Orgânicas


Introdução 

                Apesar da existência de milhões de compostos orgânicos diferentes, podemos agrupá-los quanto à semelhança de suas propriedades químicas. A esse conjunto, damos o nome de FUNÇÃO QUÍMICA.
                Essas substâncias podem ser reconhecidas pela presença de um átomo ou grupo de átomos específicos denominados GRUPOS FUNCIONAIS (parte da molécula onde ocorre a maioria das reações químicas. É a parte que determina, efetivamente, as propriedades químicas do composto, e também algumas propriedades físicas).
                A seguir podemos apresentar as principais funções orgânicas, o grupo funcional que identifica cada uma, as regras de nomenclatura segundo a IUPAC e exemplos de compostos pertencentes a essas funções:
1 - Hidrocarbonetos:
- Grupo Funcional: Possui somente átomos de carbono e hidrogênio: C, H;
 Nomenclatura: Prefixo + infixo + o;
Exemplos: Metano, butano, eteno (etileno) e etino (acetileno).
A principal fonte de hidrocarbonetos na natureza é o petróleo
A principal fonte de hidrocarbonetos na natureza é o petróleo

2- Álcoois

- Grupo Funcional: Possui a hidroxila ligada a um carbono saturado: OH
- Nomenclatura: Prefixo + infixo + ol;
- Exemplos: Metanol, etanol e propanol.
O álcool gel e a aguardente possuem o etanol como principal constituinte

3 - Fenóis

Grupo Funcional: Possui a hidroxila (OH) ligada a um carbono insaturado de um anel benzênico (núcleo aromático):
Grupo funcional dos fenóis
- Nomenclatura: localização do grupo OH + hidróxi + nome do aromático;
- Exemplos: benzenol e 1-hidroxi-2-metilbenzeno.


4 - Aldeídos

- Grupo Funcional: Possui a carbonila ligada a um hidrogênio.
- Nomenclatura: Prefixo + infixo + al;- Exemplos: Metanal (em solução aquosa é o formol) e etanal (acetaldeído).

5 - Cetonas

- Grupo Funcional: Possui a carbonila entre dois carbonos.
- Nomenclatura:Prefixo + infixo + ona;- Exemplo: Propanona (acetona).

6 - Ácidos carboxílicos

- Grupo Funcional: Possui a carbonila ligada a um grupo hidroxila (grupo carboxila).
- Nomenclatura: Ácido + prefixo + infixo + oico.- Exemplos: Ácido metanoico (ácido fórmico) e ácido etanoico (ácido acético que forma o vinagre).

7 - Ésteres

- Grupo Funcional: Deriva dos ácidos carboxílicos, em que há a substituição do hidrogênio da carboxila (- COOH) por algum grupo orgânico.
- Nomenclatura: Prefixo + infixo + o + ato / de / nome do radical- Exemplos: Etanoato de pentila (aroma de banana), butanoato de etila (aroma de morango) e etanoato de isopentila (aroma de pera).

8 - Éteres

- Grupo Funcional: Possui o oxigênio entre dois carbonos: C ─ O ─ C;- Nomenclatura: grupo menor + oxi + hidrocarboneto de radical maior;
- Exemplos: metoxietano e etoxietano.

9 - Aminas

- Grupo Funcional: Deriva da substituição de um ou mais hidrogênios do grupo amônia por cadeias carbônicas.
- Nomenclatura: Prefixo + infixo + amina
- Exemplos: Metilamina, etilamina e trimetilamina.

10 - Amidas

- Grupo Funcional: Deriva teoricamente da amônia pela substituição de um de seus hidrogênios por um grupo acila. - Nomenclatura: Prefixo + infixo + amida.
- Exemplos: metanamida e etanamida.

                    A baixo segue um vídeo com um resumo sobre as cadeias carbônicas:



Bibliografia

https://www.youtube.com/watch?v=lSomQp86N10
http://www.coladaweb.com/quimica/quimica-organica/funcoes-organicas-e-radicais

segunda-feira, 12 de outubro de 2015


Escola Estadual Marechal Rondon
Professora Erica A.
Disciplina: Biologia
Turmas do Ensino Médio.

Classificação dos seres vivos



Introdução 

A taxonomia é o estudo da classificação dos seres vivos, ramo da Biologia, taxons. A Taxonomia Biológica é um ramo da Biologia voltada para a ordenação e classificação dos seres vivos. Esta ciência estuda as relações de parentescos entre os organismos e suas histórias evolutivas. Já a filogenia, também chamada de filogênese, é o termo rotineiramente utilizado para definir hipóteses de relações evolutivas, ou seja, relações filogênicas, de um grupo de organismos. Em outras palavras, pode ser definida como o termo que visa determinar as relações ancestrais entre espécies conhecidas.
Objetivo

  • Classificar os seres vivos.
  • Relacionar a classificação dos seres vivos com a evolução das espécies.
  • Identificar as relações de parentesco entre as espécies.


Metodologia

Dividir os alunos em grupos, em seguida utilizar diversas formas geométricas como triângulos, quadrados, losangos e retângulos de cores e tamanhos diferentes. Solicitar aos alunos que os separem de acordo com suas características. 

Avaliação 

Refletir sobre o tipo de classificação realizada por cores, tamanhos ou formas e relacioná-las com a classificação dos seres vivos.

Anexo