sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Base Nacional Comum Área de Linguagens -- Língua Portuguesa Marechal Rondon



                                O primeiro aspecto que surge para a discussão da base nacional comum, refere-se aos objetivos gerais, logo no início, da área de linguagens. Os objetivos estão sedimentados no alicerce das seis funções básicas da teoria da comunicação de Roman Jakobson. Porém,  só são priorizados os elementos da recepção e produção da linguagem. E sabemos que os elementos da comunicação vão além  disso.  Mas seria de extrema importância, incluir um objetivo que passa sem ser mencionado nos objetivos da linguagem. Seria o elemento da comunicação chamado CÓDIGO, que nada a mais é do que a Língua Portuguesa em seu estudo.Para não dizer que o código não foi mencionado, ele surge no último objetivo ( através da palavra língua), apenas de forma para ser “ apreciada” como um patrimônio cultural. O que precisamos é resgatar o estudo prático e objetivo da Língua Portuguesa, que foi perdido com a prioridade que foi dada aos elementos de recepção e produção.






          No segundo parágrafo desse mesmo texto, cita-se uma passagem das Diretrizes Curriculares Gerais Nacionais da Educação Básica da Língua Portuguesa, em que “ o conhecimento próprio da referida  disciplina está para além dela”. Isso surge incoerente na Base Nacional, levando-se em conta o que ela propõe, porque para ir além, imagina-se que antes  é necessário conhecer e percorrer dentro, primeiramente, para conhecer.Só então levantar-se-ia voos para além dela. O que a Base Nacional propõe é um movimento inverso, ao propor a recepção e a produção de textos, primeiramente. O acesso ao CÓDIGO,inicialmente, é que vai garantir um voo mais seguro e equilibrado











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