quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Ler é bom







                 Leitura de paradidáticos na escola

         Objetivo
         Trabalhar com a leitura individual e com a leitura em grupo, mostrar a importância da leitura, desenvolver a oralidade e a escrita  despertando leitores conscientes e críticos.

           Desenvolvimento
           Uma vez por semana, em uma das aulas de L. Portuguesa, os exemplares são distribuídos para os alunos e eles fazem a leitura de um capítulo. Após a leitura, é feito um trabalho de interpretação de texto, conhecimento de vocabulário, conversa dirigida sobre o capítulo e algumas atividades extras (jogos, seminário, perguntas e respostas, trabalhos avaliativos e outros).


Turma 702 - Leitura do livro "Como é duro ser diferente" de Gisela Laporta 
                     Nicolelis
Resultado de imagem para livro como é duro ser diferente

Resultado de imagem para capa do livro venha ver o por do sol e outros contosDescrição: Layla é uma adolescente que se acha diferente dos colegas do colégio. Ela acredita ser um erro da natureza porque seus pais são muito bonitos. Olhando ao seu redor, porém, Layla percebe que outros jovens também sofrem com brincadeiras cruéis e apelidos desagradáveis.





Turmas 901 e 902 - Leitura do livro "Venha ver o pôr do sol e outros contos de Lygia Fagundes Telles

Descrição: Acontecimentos fantásticos ou dramáticos revelam faces de uma existência voltada para o mágico e para a dor. Os contos deste livro captam a vida além das aparências do cotidiano.

sábado, 24 de junho de 2017

Professora Erica Airosa -  Aulas de química

Aula prática - Pilha de limão

Introdução

Em Eletroquímica, uma pilha (bateria ou célula galvânica) costuma ser definida como um processo espontâneo no qual a energia química é transformada em energia elétrica.
Por exemplo, as pilhas comuns que costumamos usar em aparelhos eletrônicos possuem em seu interior uma série de espécies químicas, entre elas metais e soluções eletrolíticas que causam reações de oxidorredução (com perda e ganho de elétrons), que geram uma diferença de potencial (ddp). Os elétrons, por apresentarem carga negativa, migram do eletrodo negativo, denominado ânodo, que é o metal com maior tendência de doar elétrons; para o positivo, que recebe o nome de cátodo (metal com maior tendência de receber elétrons). Desse modo é gerada uma corrente elétrica que faz o equipamento funcionar.

Materiais

- 1 limão;
- 1 faca;
- 1 calculadora;
- 1 placa de cobre (pode ser uma moeda de cobre bem limpa com uma palha de aço);
- 1 placa de zinco (pode ser um prego de zinco que também deverá ser bem limpo com uma palha de aço);
- 2 fios elétricos com garras de jacaré (também é encontrado em lojas de material eletrônico ou de construção. Se você não conseguir as garras de jacaré providencie fios de cobre, um prego e um martelo).

Procedimento

1.       Faça dois pequenos cortes na casca do limão e enfie em cada um a placa de cobre e a placa de zinco (os metais não devem se tocar);
2.       Conecte os fios com as garras de jacaré em cada uma das placas e à lâmpada do outro lado. Se você não tiver as garras de jacaré, faça o seguinte: com o prego e o martelo, faça um furo na parte de cima de cada uma das placas e passe o fio de cobre por ele, enrolando-o bem e deixando-o bem em contato com a placa. A outra extremidade de cada um dos dois fios deve ser ligada à calculadora.
3.       Observe a calculadora ligar.

Vídeo de montagem da pilha realizado pelos alunos:





Bibliografia

http://alunosonline.uol.com.br/quimica/pilha-limao.html



Professora Erica Airosa - Aulas de QuímicaTurmas do primeiro Ano 


Modelos Atômicos


Modelos Atômicos são os aspectos estruturais dos átomos que foram apresentados por cientistas na tentativa de explicar o átomo e a sua composição.
Em 1808, o cientista inglês John Dalton propôs uma explicação para a propriedade da matéria. Trata-se da primeira teoria atômica que dá as bases para o modelo atômico conhecido atualmente.
Mas a constituição da matéria é motivo de estudos desde a antiguidade. Os pensadores Leucipo (500 a.C.) e Demócrito (460 a.C.) formularam a ideia de haver um limite para a pequenez das partículas. Afirmavam que elas se tornariam tão pequenas que não poderiam ser divididas. Chamou-se a essa partícula última de átomo – derivado de radicais gregos que, juntos, significam o que não se pode dividir.

O Modelo Atômico de Dalton

Modelos Atômicos
O Modelo Atômico de Dalton (modelo bola de bilhar) encerra a seguinte ideia:
  1. Todas as substâncias são formadas de pequenas partículas chamadas átomos;
  2. Os átomos de diferentes elementos têm diferentes propriedades, mas todos os átomos do mesmo elemento são exatamente iguais;
  3. Os átomos não se alteram quando formam componentes químicos;
  4. Os átomos são permanentes e indivisíveis, não podendo ser criados nem destruídos;
  5. As reações químicas correspondem a uma reorganização de átomos.

Modelo Atômico de Thomson

Modelos Atômicos
O Modelo de Thomson foi o primeiro a realizar a divisibilidade do átomo.
Pesquisando sobre raios catódicos, o físico inglês propôs o Modelo Atômico de Thomson (modelo pudim de ameixa). Ele demonstrou que esses raios podiam ser interpretados como sendo um feixe de partículas carregadas de energia elétrica negativa.
Em 1887, Thomson sugeriu que os elétrons eram um constituinte universal da matéria. Apresentou as primeiras ideias relativas à estrutura interna dos átomos. Thomson indicava que os átomos deviam ser constituídos de cargas elétricas positivas e negativas distribuídas uniformemente.
Descobriu essa mínima partícula e assim estabeleceu a teoria da natureza elétrica da matéria. Concluiu que os elétrons eram constituintes de todos os tipos de matéria, pois observou que a relação carga/massa do elétron era a mesma para qualquer gás empregado em suas experiências. Em 1897, Thomson tornou-se “pai do elétron”.

Modelo Atômico de Rutherford

Modelos Atômicos
Em 1911, o físico neozelandês Rutherford colocou uma folha de ouro bastante fina dentro de uma câmara metálica. Seu objetivo era analisar a trajetória de partículas alfa a partir do obstáculo criado pela folha de ouro.
Nesse ensaio de Rutherford, observou que algumas partículas ficavam totalmente bloqueadas. Outras partículas não eram afetadas, mas a maioria ultrapassava a folha sofrendo desvios. Segundo ele, esse comportamento podia ser explicados graças às forças de repulsão elétrica entre essas partículas.
Pelas observações, afirmou que o átomo era nucleado e sua parte positiva se concentrava num volume extremamente pequeno, que seria o próprio núcleo.
O Modelo Atômico de Rutherford (modelo planetário) corresponde a um sistema planetário em miniatura, no qual os elétrons se movem em órbitas circulares, ao redor do núcleo.

Modelo de Rutherford – Bohr

Modelos Atômicos
O modelo apresentado por Rutherford foi aperfeiçoado por Bohr. Por esse motivo, o aspecto da estrutura atômica de Bohr também é chamada de Modelo Atômico de Bohr ou Modelo Atômico de Rutherford-Bohr.
A teoria do físico dinamarquês Niels Bohr estabeleceu as seguintes concepções atômicas:
  1. Os elétrons que giram ao redor do núcleo não giram ao acaso, mas descrevem órbitas determinadas.
  2. O átomo é incrivelmente pequeno, mesmo assim a maior parte do átomo é espaço vazio. O diâmetro do núcleo atômico é cerca de cem mil vezes menor que o átomo todo. Os elétrons giram tão depressa que parecem tomar todo o espaço.
  3. Quando a eletricidade passa através do átomo, o elétron pula para a órbita maior e seguinte, voltando depois à sua órbita usual.
  4. Quando os elétrons saltam de uma órbita para a outra resulta luz. Bohr conseguiu prever os comprimentos de onda a partir da constituição do átomo e do salto dos elétrons de uma órbita para a outra.
Bibliografia

https://www.todamateria.com.br/modelos-atomicos/
Escola Estadual Marechal Rondon
Professora: Erica A.
Disciplina: Química
Turmas do terceiro ano


Eletroquímica - RAP da PILHA

Objetivos

Entender o conceito de eletroquímica.

Observar as reações de oxirredução no modelo da pilha de Daniell.
Realizar uma contextualização com o cotidiano. 

Justificativa

A música facilita o ensino de qualquer área do conhecimento, pois cria empatia entre aluno e professor e forma um referencial de memória para os alunos. Com isso facilita a sua relação com o conteúdo. 


Desenvolvimento

Para uma melhor compreensão sobre o conteúdo realizar aulas expositivas relacionadas com o tema Pilha de Daniell durante o bimestre. 

Durante a aula distribuir a letra da música. Cada verso deve ser analisado explicando o funcionamento da pilha e em seguida cantar a música com os alunos. 

Bibliografia
https://www.youtube.com/watch?v=c-BR2WqXfAQ

Anexo



Rap da Pilha



Bate na palma da mão,bate na palma da mão
DDP é positiva, espontânea é a reação (x2)

Onde ooonde oonde onde oonde oonde é a ponte salina?
Contato entre as soluções
Permite troca de íons, permite troca de íons

Ai aiai ai aiai essa ponte é vida louca 
Faz a pilha durar mais (x2)

Aiaiaiai aiaiai uiui aiaiai uiui
No catodo a massa aumenta no anodo diminui (x2)
Chama chama chama que ela veeem

Vem,vem,vem,vem,vem,vem
Na oxidação o anodo é negativo
Onde ocorre a corrosão..(refrão) AHAN AHAN AN
Eletrodo corroído
concentrando a solução..(refrão) AHAN AHAN AN
Os elétrons vão partindo 
Pro catodo boaladão..(refrão) AHAN AHAN AN
E o nox vai subindo



um beijão no coração AHAN AHAN NA

segunda-feira, 20 de março de 2017

Escola Estadual Marechal Rondon
Professora: Erica A.
Disciplina: Química
Turmas do segundo ano. 

Aula prática - Indicadores ácido-base



Objetivo: 


Verificar o pH de substâncias caseiras utilizando extrato de repolho roxo.


Justificativa:


Uma expressiva consequência da teoria ácido-base de Arrhenius é a possibilidade de estabelecer uma escala para aferir o teor de acidez ou basicidade de uma dada substância. Esse instrumento é comumente conhecido como escala de pH, uma escala numérica apresentando valores que variam de 0 a 14. Indicadores caseiros como o extrato de repolho roxo mudam de cor devido as variações de pH. 


Desenvolvimento:

Preparar o extrato de repolho roxo.
Separar as amostras de substâncias caseiras (vinagre, leite de magnésio, amônia e limão).
Pingar a solução de extrato de repolho roxo nas amostras.
Verificar a mudança de cor das soluções. 
Anotar os resultados.



Avaliação:
Responder a um questionário.




sábado, 11 de fevereiro de 2017



COLÉGIO ESTADUAL MARECHAL RONDON



SEMANA DE INTEGRAÇÃO



PROJETO -  CARNAVAL



          O Carnaval é uma festa que é marcada pelo "adeus à carne" que a partir dela se fazia um grande período de abstinência e jejum, como o seu próprio nome em latim "carnis levale" o indica. Para a sua preparação havia uma grande concentração de festejos populares. Cada lugar e região brincava a seu modo, geralmente de uma forma propositadamente extravagante, de acordo com seus costumes.

Tópicos abordados:
  • Vídeo - A história do carnaval;
  • Confecção de cartazes;
  • Confecção de máscaras;
  • Gastos do carnaval;
  • Doenças sexualmente transmissíveis e sua prevenção;
  • Mini bailinho.

Anexo

























quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017



COLÉGIO ESTADUAL MARECHAL RONDON



SEMANA DE INTEGRAÇÃO



PROJETO - JOGOS MATEMÁTICOS




Professores colaboradores: Rosângela, Rosemery, Gilberto, Erica, Raquel, Waldemar, Eloisa, Graça e todos que participaram direta e indiretamente da atividade.



  • Apresentação do Vídeo - Rondon a construção do Brasil e a causa indígena. 












  • Campeonato de Xadrez.





  • Campeonato de Damas.





  • Campeonato de Ping pong.